Talvez tudo aconteça por uma razão, quer a gente veja ou não.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Fiquei em casa a espera de nada Nenhuma visita, nenhuma chamada Ninguém com seu nome, nem sua feição Nenhuma esperança, nenhuma canção O mundo assim parece tão imenso E eu continuo vivendo em vão
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